PT e Psol entram com ação no STF contra venda da Celepar

O Partido dos Trabalhadores, em sua instância nacional, protocolou no Supremo Tribunal Federal uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a privatização da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar). A iniciativa tem coautoria do PSOL e requer medida cautelar para paralisar o processo de venda da estatal, autorizado pela Lei nº 22.188, de 13 de novembro de 2024, aprovada pela gestão Ratinho Junior (PSD). As legendas argumentam que a operação ameaça a soberania digital do Paraná e do país.

Deputados cobram providências da Seed após caso de professora em Maringá

Os deputados estaduais Ana Júlia Ribeiro e Arilson Chiorato, ambos do PT, cobraram providências da Secretaria de Estado da Educação (Seed) após o grave caso de uma professora do Colégio Estadual Dirce de Aguiar Maia, em Maringá, que teria tentado tirar a própria vida dentro da escola após sofrer assédio moral praticado por uma chefia imediata. O episódio, ocorrido no dia 22 de outubro, reacendeu o debate sobre o adoecimento mental e as condições de trabalho dos profissionais da educação no Paraná.

Deputados Arilson e Luciana pedem manutenção dos repasses às APAEs e diálogo sobre a nova Política Nacional de Educação Especial

Os deputados estaduais Arilson Chiorato e Luciana Rafagnin, do Partido dos Trabalhadores (PT), encaminharam nesta segunda-feira (27) um expediente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aos ministérios da Educação (MEC), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). O documento trata do […]

Venda da Celepar levanta reação nacional e acende alerta sobre dados públicos

A tentativa do governo Ratinho Junior de privatizar a Celepar, estatal responsável por processar dados estratégicos do Paraná e de outros estados, deixou de ser uma pauta restrita ao âmbito estadual e passou a mobilizar atores nacionais. Nos últimos dias, o tema ganhou força em três frentes distintas: Congresso Nacional, Ministério Público e Tribunal de Contas. A venda, autorizada pela Lei Estadual 22.188/2024, enfrenta contestações jurídicas, questionamentos sobre segurança da informação e alertas sobre risco à soberania digital.