Gleisi: “Vamos eleger uma bancada feminina mais forte e representativa”

A candidata ao Senado Gleisi Hoffmann participou, em Curitiba, do lançamento do Comitê Suprapartidário Mulheres com Lula no Paraná e defendeu uma bancada feminina mais forte e representativa no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa (Alep). O comitê reúne lideranças femininas do PV, PCdoB, Rede, PSOL, PDT e PT. O candidato ao Senado Dr. Rosinha também participou do encontro, realizado na última terça-feira (18).

Gleisi demonstrou confiança na eleição de mais mulheres para ocupar os espaços de poder. “Eu não tenho dúvidas que vamos eleger uma bancada de mulheres mais forte e mais representativa. Quando a gente se organiza e se junta, a gente vai mais longe”, afirmou. Primeira mulher eleita senadora pelo Paraná, em 2010, ela citou sua própria trajetória ao defender a organização coletiva das mulheres.

A candidata também destacou o enfrentamento à violência contra as mulheres como uma das prioridades dessa mobilização. Para Gleisi, a pauta exige atuação das instituições, dos partidos e da sociedade. “É uma luta institucional, suprapartidária, é uma luta de toda a sociedade para enfrentar a violência contra a mulher. E a gente sabe quem é o inimigo principal, que é a extrema-direita”, declarou.

Ao tratar das políticas públicas voltadas às mulheres, Gleisi enfatizou o compromisso do presidente Lula e as ações do governo federal em defesa dos direitos das mulheres.

Como ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi participou da articulação do Pacto Brasil contra o Feminicídio, que estabelece uma atuação coordenada e permanente entre os três Poderes para prevenir a violência contra meninas e mulheres no país. O pacto prevê acelerar o cumprimento de medidas protetivas, fortalecer as redes de enfrentamento à violência em todo o território nacional, ampliar ações educativas e responsabilizar os agressores.

A articulação no Paraná faz parte do movimento nacional Mulheres com Lula. O Comitê Nacional foi lançado em agosto, em um encontro que reuniu cerca de 400 mulheres. A proposta é ampliar a participação feminina na política e defender um projeto de país comprometido com igualdade, democracia e justiça social.

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