Torcida diz que jovem Leandro Souza, 22 anos e pai, foi executado em ação policial em Curitiba

A morte de Leandro Candinho de Souza, de 22 anos, pai de uma criança de três anos, na noite de quinta-feira (12), em Curitiba, provocou forte reação da torcida organizada Os Fanáticos, do Athletico Paranaense. Em nota oficial, a entidade afirma que o jovem foi vítima de execução policial e contesta a versão de confronto divulgada pela Polícia Militar do Paraná (PM-PR).

Governo do Paraná ignora suspensão do TCE-PR e publica contrato da B3 para leilão da Celepar

O Governo do Paraná publicou nesta sexta-feira, 30 de janeiro, o extrato do contrato nº 415/2026, firmado entre a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) e a B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão, para a prestação de serviços de assessoria técnica e realização do leilão de privatização da estatal. A publicação ocorreu dois dias após o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) determinar a suspensão imediata do processo de desestatização.

Ao defender candidato “sem lado”, Ratinho alija o próprio filho da disputa presidencial

O apresentador Ratinho andou dizendo que o Brasil precisa acabar com a polarização, naquele velho discurso que sugere uma “terceira via”. Foi além: declarou que o país precisa de alguém que não seja nem de direita, nem de esquerda. Mas parece que foi longe demais. Para sustentar tal declaração, ele teria que tirar o próprio filho da corrida presidencial de 2026 — algo que Ratinho Junior e o pai vêm articulando há tempos.

País carece de plano de segurança que não seja o “populismo penal”

Não há hoje nenhum projeto de segurança pública em execução que não seja baseado no “populismo penal”. A afirmação é do historiador Eduardo Ribeiro dos Santos, conhecido como Dudu Ribeiro, em reportagem de Marcelo Canellas na Revista Piauí deste mês (leitura necessária) que investiga como a Bahia se tornou o estado com maior violência policial do Brasil.

Requião Filho: a quem interessa a polícia como inimiga?

Há cinco anos, o estado do Paraná testemunhou um evento chocante de tortura policial em Matelândia. Este incidente, agora reavivado, traz à tona não somente esse fato, mas também as sérias preocupações sobre a cultura e o comportamento dentro das instituições encarregadas de proteger e servir a população. Dito isso se torna fundamental destacar que o discurso maniqueísta que cede a tentação simplista de retratar a realidade complexa da Segurança Pública no Brasil também não deve ter espaço em ambientes sérios, de quem procura solução verdadeira para questões que afetam tantas vidas.