Nena Inoue investiga suas raízes e passado em “Sobrevivente”, com entrada gratuita

A atriz Nena Inoue investiga as próprias origens por meio do teatro documental na peça “Sobrevivente”. O espetáculo é a segunda parte da trilogia sobre histórias verídicas de mulheres, iniciada pela atriz e o dramaturgo Henrique Fontes em “Para Não Morrer”, que valeu a ambos o Prêmio Shell de 2019 e já foi assistida por mais de 40 mil pessoas. As apresentações iniciam nesta quinta (08) e seguem até dia a 25 de junho, com entrada gratuita.

Programação cultural tem orquestra regida por maestra, teatro no interior e Leila Pugnaloni

Entre os destaques da programação neste final de semana estão a exposição “Tela”, da artista Leila Pugnaloni, que acaba de ser inaugurada, no Museu Oscar Niemeyer; a mostra coletiva “Espeleo Artes Visuais”, com obras de 17 artistas de diferentes regiões do Brasil inspiradas no universo subterrâneo, na Casa Gomm; e a apresentação da maestra Mariana Menezes com a Orquestra Sinfônica do Paraná, no Guaíra.

Ilha do Mel inspira “Carcaça de Peixe”, em cartaz no Festival de Curitiba

Nas memórias de um anjo que vem fazer um passeio pela Terra também estão as lembranças da infância na Ilha do Mel do ator Agrichio Valentin. As recordações da ilha, temperadas com influências do cinema alemão, integram a peça “Carcaça de Peixe”. O espetáculo faz parte da programação da Mostra Caixa Preta do Fringe, com apresentações nos dias 5 e 6, às 13h30, no Espaço Cultural Espetáculo.

“Barry”, a série “escondida” que tem tudo para se tornar um fenômeno

Ela estava lá, “escondida” logo após a exibição de Game of Thrones – no Brasil, num horário já não tão nobre, às 23h de domingo, quando muitos se preparam para dormir e encarar a segunda-feira, talvez por isso, pouco notada. Ainda longe de causar frisson no Brasil, mas já com certo sucesso nos Estados Unidos – alavancada, no início, justamente por GOT, “Barry” tem tudo para se consolidar como um fenômeno. Não são poucas as séries que, embora gozassem de sucesso da crítica, demoraram a alcançar audiências significativas – uma delas, é Breaking Bad.

Festival marca a retomada cultural com público de 150 mil pessoas

Com teatros lotados e ocupando as ruas e espaços culturais da cidade, o 30.º Festival de Curitiba encerrou neste domingo (10) com um público estimado de 150 mil pessoas em suas mais de 200 atrações e um saldo de quase 4 mil empregos diretos e indiretos gerados.

LGBTQI+: 4 dicas do que há de melhor no Festival de Curitiba

O Festival de Curitiba é há 30 anos palco do encontro das artes com o entretenimento, em um espaço democrático onde companhias artísticas do Brasil e do mundo chegam em busca de visibilidade, audiência e crítica especializada. A temática LGBTQI+ sempre esteve presente e na edição que comemora três décadas do Festival, artistas, companhias, músicos e todo tipo de expressão relacionada ao movimento são ainda mais necessários.