MP investiga privatização da Celepar após denúncias sobre contratos, proteção de dados e falta de transparência

Inquérito apura orientações da Casa Civil e questionamentos sobre a segurança de sistemas estratégicos do Estado durante o processo de venda da estatal de tecnologia.
Enquanto governo desvaloriza Celepar, banco vende estatal como joia bilionária a investidores

Enquanto o governo Ratinho Jr. sustenta publicamente que a Celepar enfrenta risco de obsolescência, um documento confidencial apresentado a investidores na Faria Lima descreve a companhia como uma empresa “altamente lucrativa”, com “fortes vantagens competitivas” e potencial para se tornar “a primeira big tech do Paraná”.
Ação da oposição contra programa de câmeras com IA do governo Ratinho Jr. ganha repercussão nacional

A ofensiva da oposição na Assembleia Legislativa do Paraná contra o programa de monitoramento inteligente do governo Ratinho Junior ganhou repercussão nacional nesta semana após ser destacada em coluna do jornal O Globo.
Governo do Paraná ignora suspensão do TCE-PR e publica contrato da B3 para leilão da Celepar

O Governo do Paraná publicou nesta sexta-feira, 30 de janeiro, o extrato do contrato nº 415/2026, firmado entre a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) e a B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão, para a prestação de serviços de assessoria técnica e realização do leilão de privatização da estatal. A publicação ocorreu dois dias após o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) determinar a suspensão imediata do processo de desestatização.
PT-PR aciona TJ-PR para tentar suspender privatização da Celepar

O Partido dos Trabalhadores do Paraná (PT-PR) ingressou nesta terça-feira (27) com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) com o objetivo de suspender o processo de privatização da Celepar. A ação busca impedir os efeitos de uma decisão monocrática no Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) até que o tema seja analisado pelo Tribunal Pleno.
TCE-PR mantém suspensão da privatização da Celepar e impõe novo revés ao Governo Ratinho Jr.

Decisão unânime do Tribunal de Contas confirma falhas técnicas, ausência de estudos e riscos jurídicos no processo de venda da estatal
Denúncia aponta uso da Celepar para viabilizar contrato da Sanepar com o Google

Uma denúncia protocolada no Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) aponta que o Governo Ratinho Junior (PSD) estaria adotando um modelo de contratação que favorece a empresa Google, por meio da atuação da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar). O documento questiona a dispensa de licitação para a contratação de serviços da big tech estrangeira, a partir de contratos intermediados pela estatal paranaense.
Flávio Dino cobra explicações de Ratinho Junior e Alexandre Curi sobre venda da Celepar

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou nesta sexta-feira (7) que o governador Ratinho Junior (PSD) e o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi (PSD) prestem explicações formais sobre a privatização da Celepar, empresa estatal responsável pela tecnologia e gestão de dados do governo do estado.
PT e Psol entram com ação no STF contra venda da Celepar

O Partido dos Trabalhadores, em sua instância nacional, protocolou no Supremo Tribunal Federal uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a privatização da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar). A iniciativa tem coautoria do PSOL e requer medida cautelar para paralisar o processo de venda da estatal, autorizado pela Lei nº 22.188, de 13 de novembro de 2024, aprovada pela gestão Ratinho Junior (PSD). As legendas argumentam que a operação ameaça a soberania digital do Paraná e do país.
TCE-PR investiga contratos milionários do Governo do Paraná com fundação de MS

Contratos milionários firmados sem licitação entre o Governo do Paraná e a Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura (Fapec) entraram na mira do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR). As investigações foram iniciadas após denúncias apresentadas pelo deputado estadual Arilson Chiorato (PT), que apontou não apenas a ausência de licitação, mas também indícios de sobrepreço e alterações no objeto contratado.