Em Brasília, deputados tentam impedir privatização da Copel

O processo de privatização da Copel foi mais uma vez tema de reunião em Brasília ontem, terça-feira, (09/05). O deputado estadual Arilson Chiorato (PT) se reuniu na capital federal com o ministro Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União (AGU), e com o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha. Na pauta, as inúmeras falhas e erros que permeiam o processo de privatização da Copel, maior empresa pública do Paraná. O deputado federal Tadeu Veneri (PT) também participou dos encontros.

Gleisi e Arilson ficarão até 2025 no comando do PT nacional e estadual, respectivamente

O PT Nacional emitiu nesta segunda feira (13) uma resolução que adia a eleição da Direção Nacional e das Direções Estaduais para maio de 2025, prorrogando os mandatos atuais até 30 de junho de 2025. Com a decisão, o deputado estadual reeleito Arilson Chiorato se mantém na presidência do partido no Paraná e a deputada federal Gleisi Hoffmann continua à frente do PT Nacional.

Ministério dos Transportes terá reunião sobre pedágio paranaense com técnicos de diferentes órgãos

Após agenda com o deputado paranaense Arilson Chiorato (PT) na semana passada, o ministro dos Transportes, Renan Filho, solicitou uma reunião entre áreas técnicas do governo para discutir o pedágio no Paraná. O encontro deve reunir técnicos da pasta, além de profissionais da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e ITTI (Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura), este último vinculado à UFFP (Universidade Federal do Paraná) e com sede em Curitiba.

Tensão entre Requião e PT tem solução? Presidente do PT-PR espera que sim

Em entrevista ao Revérbero nessa quarta-feira, 1°, o deputado estadual e presidente do PT no Paraná, Arilson Chiorato, afirmou que espera uma reaproximação com Roberto Requião. Nas últimas semanas, o ex-governador, principal liderança da esquerda no Estado, tem manifestado descontentamento com o PT e áreas específicas do governo Lula. Ele critica o que entende ser uma atuação neoliberal envolvendo a Petrobras e a Eletrobrás. E ainda tem mágoas por não ter sido chamado a contribuir com o governo. “Temos certeza que logo estaremos novamente com o mesmo diálogo. Há um contratempo que logo será superado”, afirma Arilson.